segunda-feira, 29 de outubro de 2012

IV Encontro Nacional de Educação Tecnológica


O  ENETEC  2012:  IV  Encontro  Nacional  de  Educação  Tecnológica,  foi realizado no dia 26 de outubro, com um fato histórico: o lançamento do  Visual Class Android, o primeiro Software de Autoria do mercado mundial compatível com Tablets e Smartphones.
A demonstração do Visual Class Android foi feita por Sérgio Tatizana utilizando um Tablet Delta da Multilaser, com Android 4.0, conectado a um projetor multimídia via conector HDMI. 

No dia 26 de outubro de 2012 o Teatro Universitário César Cava de Presidente Prudente foi palco do IX Concurso Nacional Visual Class para alunos do 4º e 5º anos do Ensino Fundamental I, como parte do  ENETEC 2012: IV Encontro Nacional de Educação Tecnológica. 
Participaram desta fase final 9 Prefeituras, que apresentaram os seus projetos para uma banca de jurados especializados em tecnologia educacional. A classificação final segue abaixo:
PRIMEIRO LUGAR 
Prefeitura de Andradina (SP) - Título do Projeto: Dengue: Quem é o Verdadeiro Vilão?
SEGUNDO LUGAR
Prefeitura de Presidente Prudente (SP) - Título do Projeto: Desvendando o Sangue
Humano – O Conhecimento Vence o Medo e Salva Vidas
TERCEIRO LUGAR
Prefeitura de Marília (SP) - Título do Projeto: Pequeno Cidadão, Grande Transformação
DESTAQUES NACIONAIS
Prefeitura de Presidente Venceslau (SP) Lixo Urbano
Prefeitura de Flórida Paulista (SP) Como Salvar o Planeta
Prefeitura de Araguari (MG)    Conhecendo e Valorizando Nossa História
Prefeitura de Santa Fé do Sul (SP) Droga – Se Fosse Bom Não Teria esse nome
Prefeitura de Fernandópolis (SP)     Deficiência e Superação
Prefeitura de Pirassununga (SP)     Como Fazíamos SEM
A cada ano os projetos estão melhores, demonstrando que há uma aprendizagem coletiva. 
Os participantes avaliam os pontos fortes dos projetos concorrentes e incorporam as principais idéias na edição seguinte.Estamos publicando todos os projetos em formato HTML no nosso site e também as apresentações dos alunos no Youtube, e dentro de 2 semanas já devem estar disponíveis para acesso no site www.class.com.br.



sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Escola Municipal João Pedreiro participa de concurso nacional em cidade paulista

Foto: Divulgação

Alunos do quinto ano vão apresentar trabalho sobre a ferrovia em 
Araguari, durante o IX Concurso Nacional Visual Classs, 

a ser realizado em Presidente Prudente (SP)


TALITA GONÇALVES, Araguari - Alunos do quinto ano vespertino do Centro Educacional Municipal João Pedreiro partiram ontem pela manhã rumo à cidade de Presidente Prudente, em São Paulo. O motivo: participar do IX Concurso Nacional Visual Classs, uma das atividades que fazem parte do IV Encontro Nacional de Educação Tecnológica (ENETEC). O evento acontece hoje, no Teatro Universitário César Cava.

A escola foi a primeira colocada na disputa em Araguari e se classificou para a etapa nacional.  Concorrendo com 192 instituições de ensino de todo o Brasil, foi um das cinco classificados para a fase final. O Visual Class é um software de autoria para criação de projetos multimídia, como aulas e palestras. Devido à facilidade de uso, o programa é amplamente utilizado como recurso educacional para crianças.

O trabalho que garantiu a participação da escola no evento tem como tema a ferrovia em Araguari. Desenvolvido com os alunos do quinto período, retrata a história de Araguari desde a instalação da rede ferroviária até os dias atuais.

Pesquisas no Arquivo Público Municipal Dr. Calil Porto, palestras com o tema e conversas com pessoas que tiveram experiências ligadas aos trilhos fizeram parte da preparação. “É uma atividade geradora de conhecimento. Eles aprendem a lidar com as ferramentas disponíveis para desenvolver suas capacidades e discorrer sobre um assunto tão rico e importante como esse,” comentou Vânia Beatriz Soares Donato, diretora da escola.
SUSTO

No entanto, a viagem poderia não ter acontecido. No dia 19, faltando menos de uma semana para o evento, a direção do colégio recebeu a notícia de que a prefeitura não iria mais financiá-la. O corte de verba faz parte da política de redução de gastos adotada pela administração municipal com o objetivo de não deixar dívidas para a próxima gestão, segundo a diretora.

O dinheiro arrecadado na festa junina e caixa escolar, que seriam destinados à manutenção da escola, foram então utilizados para cobrir os custos da viagem. “Seria terrível dizer para as crianças que elas não iam mais. Eles estavam ensaiando há meses, não seria justo,” ressaltou  Vânia Donato.

Fonte: http://www.gazetadotriangulo.com.br/novo

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Escolas da rede municipal participam do Prêmio Gestão Escolar


Os projetos serão apresentados para a Superintendência Regional de Ensino em Uberlândia


STELA VIEIRA, Araguari - Projetos de gestão pedagógica foram desenvolvidos pelos Centros Educacionais Municipais (CEM) para o Prêmio Gestão Escolar 2012. As metas e ações buscam eficácia e melhoria na qualidade do ensino.

O prêmio é um instrumento de auto-avaliação das escolas públicas brasileiras, reconhecido pelo Conselho Nacional de Secretários da Educação (CONSED), que estimula o melhor desempenho e sucesso na aprendizagem dos alunos. É dividido nas categorias regional, estadual e nacional. 


Duas escolas da cidade foram classificadas entre as cinco melhores, dentre 298 regionais. Segundo a diretora do Centro Educacional João Pedreiro, Vânia Beatriz Soares, as propostas serão apresentadas para a Superintendência Regional de Ensino de Uberlândia, com a presença de diretores municipais, estaduais e a equipe pedagógica dos centros. “É uma proposta político-pedagógica, mostrando a gestão de resultados educacionais. A partir dela temos uma visão de reflexão para o que está dando certo. As práticas que não forem eficazes, melhoramos”, ressaltou. 
O CEM Prof. Hermenegildo Marques Veloso também está entre as escolas selecionadas.



Dentre os centros municipais, o João Pedreiro está em primeiro lugar no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), que representa a qualidade da educação nas escolas do país, por meio de avaliação do fluxo escolar e médias de desempenho nas avaliações. “Nós alcançamos a maior nota do município, que foi acima da meta estabelecida. É o quarto ano consecutivo que a escola está em primeiro lugar no município pelo Ideb”, complementa a diretora.



A escola estadual Prof. Antônio Nunes de Carvalho foi selecionada para a etapa estadual. De acordo com a secretária de Educação, Cristiane Nery Pereira, “é uma satisfação termos duas escolas municipais classificadas entre as cinco melhores. Isto demonstra o compromisso na busca de uma educação de qualidade”. Os cinco centros regionais selecionados apresentarão os trabalhos no final do mês de outubro em Uberlândia, com data e local a serem definidos.

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

DICA DE FILME "O LORAX: EM BUSCA DA TRÚFULA PERDIDA"


 "O Lorax: Em busca da trúfula perdida" é um  filme com uma animação linda, com muita cor, com muita magia. E ainda faz a criança, o jovem e o adulto a pensar o que estamos fazendo para preservar e cuidar da natureza. Precisamos amar mais a natureza senão o mundo estará perdido.  A mensagem do filme e de conscientização sobre a preservação da natureza. O que estamos fazendo com o mundo que vivemos?  Estamos cuidando bem da natureza?  Vale a pena assistir esse filme com a família. 

Sinopse do filme:

O Lorax: Em Busca da Trúfula Perdida traz uma história sobre a importância da preservação da natureza diante dos avanços do capitalismo e da ganância. Dos mesmos criadores de Meu Malvado Favorito, a produção conta com vozes de Zac Efron, Danny DeVito e Taylor Swift (no original, em inglês).

Tudo começa com Ted (Zac Efron), um garoto de 12 anos apaixonado pela vizinha Audrey (Taylor Swift). Capaz de tudo para agradar a garota, ele descobre que o grande sonho dela é ver uma árvore de verdade, afinal, onde eles vivem isso não existe mais. Na cidade de Thneed-Ville tudo é tecnológico e artificial.
Para descobrir o que aconteceu com as árvores e como conseguir uma para sua amada, Ted embarca numa incrível aventura, na qual passeia por uma terra desconhecida, cheia de cor e natureza. Lá conhece também o simpático - e ao mesmo tempo rabugento - Lorax, uma criatura preocupada com o futuro que luta para proteger seu mundo.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

UM PLANO PARA SALVAR O PLANETA

“Um Plano Para Salvar o Planeta” os personagens criados pelo quadrinista Maurício de Sousa entram na onda do ecologicamente correto e mostram ações de sustentabilidade ambiental para a criançada.  
Usa os personagens da Turma da Mônica para passar uma mensagem de cuidados com o planeta - como economia de água, luz e sustentabilidade, principalmente porque penso que é um assunto forte na consciência do pessoal." 



Vídeos educativos sobre meio ambiente. É um ótimo material para educação ambiental de crianças e adultos. 
Vejam o vídeo abaixo. Divulguem


segunda-feira, 20 de agosto de 2012

O JEITO CERTO DE TRABALHAR O FOLCLORE


Tema vai muito além das lendas e cantigas de roda. Aborde elementos que fazem parte do cotidiano dos alunos

         Quando chega o mês de agosto, muitos professores tiram os livros sobre folclore da estante, pesquisam na internet e preparam algumas aulas sobre o tema para apresentá-lo aos alunos. "Trabalhar o assunto apenas em agosto se tornou uma tradição no ensino brasileiro", diz Alberto Ikeda, professor de Cultura Popular e Etnomusicologia do Instituto de Artes da Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" (Unesp), campus São Paulo. Esse é um primeiro problema na abordagem do tema - mas nem de longe é o único. Outro equívoco é resumir o folclore às lendas e cantigas de roda, algo raso e redutor.
           Uma primeira providência essencial diz respeito à compreensão da noção de folclore. Em sua origem inglesa, informa o dicionário Houaiss, a palavra folclore significa o ato de ensinar (lore) um conjunto de costumes, lendas e manifestações artísticas do povo (folk) preservados pela tradição oral. Essa definição é um tanto redutora se levarmos em consideração o fato de que toda manifestação cultural é influenciada pelo contexto de quem a produz e que esse contexto, por sua vez, está em constante mudança. Sendo assim, o conceito de folclore é muito mais dinâmico do que parece: envolve diversas vertentes da cultura popular (música, dança, relatos orais etc.) e continua sendo produzido até hoje. "É impossível abordar o assunto sem considerar os elementos que fazem parte do cotidiano dos estudantes", afirma Teca Soub, coordenadora do Núcleo de Alfabetização da Prefeitura de São Caetano, SP.
      Ensinar ao aluno que os elementos de sua própria cultura fazem parte do folclore brasileiro é um dos maiores desafios enfrentados por professores ao tratar do tema. Quando chegam à escola, as crianças trazem com elas os elementos culturais que estão mais próximo delas. Por isso, explicar a elas que essa "cultura caseira" faz parte da noção de folclore funciona melhor do que simplesmente apresentar lendas e mitos sem contextualizá-los. "Tal atitude faz os alunos considerarem como folclore elementos que estão distantes deles, dos quais não participam", explica Ikeda. "Isso pode provocar um desinteresse geral".
Estimular os estudantes a pesquisar sobre suas próprias comunidades e até mesmo hábitos familiares pode ser um ótimo ponto de partida para o ensino da noção de folclore. "A criança só pode entender a diversidade se perceber que faz parte disso", diz Ikeda. Uma forma eficiente de trazer essas questões para a sala de aula é contar que o conjunto desses costumes determina os aspectos culturais de um povo.
            Tendo isso em mente, fica clara a inadequação de tratar o tema apenas em agosto. Desenvolver projetos que trabalhem aspectos da cultura brasileira no decorrer de todo o ano letivo é fundamental. "Em vez de abordar os elementos da cultura apenas no mês de agosto por mera convenção, é mais coerente adaptar os currículos das escolas de acordo com as manifestações culturais regionais", diz Teca
A abordagem por etapas de ensino
Educação Infantil
               Para aproximar o folclore da realidade dos alunos na Educação Infantil, os educadores podem inserir nos planos de aula brincadeiras e cantigas de roda (como ponto de partida e não como abordagem exclusiva). Além de estimular o movimento, algo fundamental nessa etária, elas ajudam as crianças a desenvolver a fala. Batucar e dançar ritmos regionais, por exemplo, faz os pequenos entrarem em contato com manifestações artísticas locais, que são expressões de sua cultura. "Começar com aquilo que o aluno traz facilita o entendimento da diversidade cultural", diz Ikeda.

Ensino Fundamental 1
          A partir do 1º ano, já é possível contar com a ajuda dos alunos para levantar diversos elementos do folclore, sem perder de vista que um ensino eficiente requer planejamento, avaliação inicial e contínua e uma sequência lógica que leve à construção do conhecimento. Não faz muito sentido para um aluno do Sudeste brasileiro, por exemplo, entrar em contato com mitos e lendas da Amazônia se ele ainda não conseguiu entender a noção de folclore. É com base no levantamento de exemplos de situações mais próximas da realidade dos estudantes que o professor consegue perceber quando eles estão prontos conhecer os aspectos que fazem parte da cultura de outras regiões do país - que ele não pratica, mas que podem ser melhor entendidos por meio dessa análise que parte dos elementos mais conhecidos e segue para outros mais distantes. Para um aluno pernambucano, por exemplo, entender as origens do carnaval de Olinda e aprender mais sobre os festejos locais pode ajudar na identificação de diferenças e semelhanças na celebração da festa no restante do Brasil.

Ensino Fundamental 2
       Com a separação das disciplinas nessa etapa de ensino, o folclore geralmente passa a ser tratado apenas nas aulas de Arte. "As manifestações culturais são muito mais complexas e envolvem outros aspectos que ultrapassam a noção de Arte", afirma Teca. "Por isso, devem ser trabalhadas em várias disciplinas que compõem o currículo regular das instituições de ensino". Para compreender o porquê a capoeira foi incorporada à cultura brasileira é preciso ensinar aos alunos que o Brasil foi um país escravocrata e que o jogo era praticado por negros africanos trazidos ao Brasil para serem explorados. Muitos desses homens permaneceram aqui após sua libertação, se espalharam pelas capitais do país e ensinaram aos brasileiros como o esporte era praticado. Neste simples exemplo, temos quatro disciplinas envolvidas: História, Geografia, Educação Física e Arte. A mesma regra vale para a maioria dos conteúdos ensinados em sala de aula.  A mudança no ensino do folclore deve ser feita por meio de uma revisão no currículo de cada escola. Para isso, professores e coordenação tem papel importante: afinal, a escola tem uma função importante na legitimação das representações culturais. Por isso, promover a aproximação junto a grupos de teatro, música ou de dança que ficam no bairro em que a instituição está, por exemplo, pode ajudar os alunos a se sentir sujeitos atuantes da cultura local. "Professores e coordenadores pedagógicos precisam reconhecer os alunos como participantes da cultura, que têm muito a contribuir para a construção da aprendizagem", diz Teca.





No interior do Brasil, reza a lenda que quando Matinta Perera passa por um vilarejo, e não encontra oferendas, uma tragédia pode acontecer. Uma menina e seu gato acabam, por acaso, descobrindo os mistérios da bruxa Matinta Perera que se transforma em pássaro e que abre conhecimentos sobre um mundo novo e maravilhoso, o que permite a menina suplantar seus medos. 
 
Esse episódio foi produzido em 2009 e retrata o saci, e quando esse personagem do folclore brasileiro invade uma fazenda e seu amargurado dono resolve capturá-lo.

Esta interessante animação apresenta de maneira bem criativa o conto folclórico do Curupira, esse conto faz parte da identidade e das raízes do Brasil, foi por esse motivo que vários vanguardistas, entre muito se destaca o musico Mario de Andrade lutou para a preservação dessas historias folclóricas que tanto encanta e fantasia a vida de quem conhece.
Conta a história de amor impossível entre uma mulher que se apaixona por um homem baixinho que na verdade é um boto-cor-de-rosa

sexta-feira, 1 de junho de 2012

DIA DA IMPRENSA




Fotografias de autores e obras literárias estão expostas na Biblioteca Pública Municipal




As obras permanecerão durante todo o mês de Agosto

      Em comemoração ao 124º aniversário do município, tem início nessa quarta-feira, 01 de Agosto, por meio da Fundação Araguarina de Educação e Cultura, uma exposição de fotografias e obras literárias de autores araguarinos. O objetivo é homenagear o município e as pessoas que se dedicaram e contribuíram com o registro da história do local.
      Diversas obras de vários gêneros literários já foram produzidas, como: “Afif Rade: marco na imprensa de Araguari” de Edmar César; “Os caminhos do coração”; “Pelos caminhos da história” de Abdala Mameri, que conta a história do município; “Estórias que a história não escreveu” de Juvenil de Freitas, que descreve acontecimentos com moradores, situações e locais. Entre as fotografias de autores é possível identificar personalidades do município, como: Abdala Mameri, José Severino de Paula, João Alamy Filho, Miguel Domingues de Oliveira, Gessy Carísio e outros.
      A exposição foi montada na Biblioteca Pública Municipal “Professor Paulo de Oliveira” para homenagear os autores no Dia do Escritor e permanecerá durante o mês de aniversário da cidade até o dia 31. Os horários de visitação são das 07:00 às 21:00 horas de segunda a sexta e das 08:00 às 12:00 no sábado.
      A Prefeitura Municipal convida toda a população e imprensa a visitar a exposição e prestigiar os autores que contribuíram com a história literária do município.

Exposição Fotográfica e Literária
Segunda à Sexta: 07h00min às 21h00min
Sábado: 08h00min às 12h00min
Data: 01/08 a 31/08
Local: Biblioteca Pública Municipal “Professor Paulo de Oliveira”